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Deputada Cidinha Campus
detona corruptos.
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1 - ''Minhas empresas não são bolhas'', diz Eike Batista
2 - ”Meu pai nunca me ajudou”
3 - ”Feliz sou eu, que tive fracassos”
4 - ”Dinheiro tem que ser tratado com carinho”
5 - ”Já criei muita riqueza para os outros”

Perspectivas para a Defesa no período 2012-2015
Artigo publicado no Monitor Mercantil de 10, 11 e 12/12/2011, pág. 2 (Opinião), e disponibilizado no Monitor Mercantil Digital em 12/12/2011.
EDUARDO ITALO PESCE (*)
IBERÊ MARIANO DA SILVA (**)
Os Estados permanecem como principais atores das relações internacionais, e as relações entre Estados são basicamente relações de poder. No Brasil, pouco se investe nas Forças Armadas – embora investimentos em Defesa sejam essenciais à obtenção da autonomia tecnológica de um país. E ainda há quem queira redirecionar recursos dessa área para “programas sociais”.
Em valores atualizados até 28/11/2011, a dotação orçamentária autorizada do Comando da Marinha era de R$ 16,595 bilhões, dos quais R$ 11,541 bilhões haviam sido pagos. Até aquela data, a dotação do Comando do Exército era de R$ 26,669 bilhões (R$ 20,173 bilhões pagos), e a do Comando da Aeronáutica era de R$ 14,282 bilhões (R$ 10,308 bilhões pagos).
A dotação dos órgãos centrais do Ministério da Defesa, até 28/11/2011, era de R$ 1,762 bilhão (R$ 0,673 bilhão pago), enquanto que as demais rubricas somadas totalizavam R$ 4,289 bilhões (R$ 2,053 bilhões pagos). Até aquela dada, o total atualizado da dotação autorizada do MD era de R$ 63,597 bilhões (R$ 44,748 bilhões pagos).
O Decreto nº 7.622, de 22/11/2011, liberou parte dos recursos contingenciados no inicio do ano, mas a situação orçamentária da Defesa é preocupante. De acordo com os dados acima, faltando 18 dias para o encerramento do exercício fiscal (previsto para 16/12/2011), o total desembolsado correspondia a apenas 70,4% da dotação autorizada.
Os limites de movimentação e empenho, assim como a incerteza quanto à liberação de recursos adicionais para enfrentar situações emergenciais (como catástrofes humanitárias ou ameaças à lei e à ordem), indicam certa tendência em adiar para o final dos exercícios anuais o início de novos programas de reequipamento militar.
No início de dezembro, aguardam decisão o futuro caça polivalente (Programa F-X2) da Força Aérea Brasileira e a construção dos 11 navios previstos no Programa de Obtenção de Meios de Superfície (PROSUPER) da Marinha do Brasil. Outros programas, inclusive o Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear (PROSUB) da Marinha, prosseguem dentro dos cronogramas.
O Projeto de Lei Orçamentária (PLO) para 2012, em tramitação no Congresso, dificilmente será aprovado até o encerramento dos trabalhos deste ano. Da previsão inicial de R$ 63,707 bilhões para o MD, apenas R$ 16,044 bilhões destinam-se a custeio e investimentos, estando os R$ 47,663 bilhões restantes comprometidos com despesas de pessoal e encargos financeiros.
Em 2012, as obrigações e os encargos devem corresponder a 89,1% do Orçamento da União, e as despesas discricionárias a apenas 10,9%. A Defesa deve ficar com apenas 7% do total previsto para o Executivo. O Plano Plurianual (PPA) para 2012-2015 destina ao setor um total de R$ 52,823 bilhões. Contudo, devido aos orçamentos não-impositivos, não há como garantir tais recursos.
No Brasil, a falta de continuidade dos investimentos em Defesa tem sido um problema. Os políticos confirmam que tais investimentos dependem da estabilidade e do crescimento da economia – podendo, portanto, ser inviabilizados por novo ciclo de “austeridade fiscal”, resultante do prolongamento da atual crise financeira internacional.
Apesar dos índices de crescimento modestos, o Brasil chegou à posição de 7ª ou 8ª economia mundial em 2010. Estima-se que, até o final da década, poderá estar entre os cinco países com maior Produto Interno Bruto (PIB). Nesse novo contexto, sua fraqueza militar – herança histórica de um país periférico – será um fator debilitante.
Ainda que suas pretensões com relação ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) não se concretizem, o Brasil está prestes a se tornar potência média mundial – com ampliação de sua capacidade de influência no sistema internacional. Não pode, portanto, permanecer na condição de “anão político-militar”.
O País será considerado rico quando for admitido na Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), não quando for membro permanente do Conselho de Segurança da ONU. Para isso, deve procurar ampliar todas as expressões do Poder Nacional – principalmente a econômica e a militar, que constituem o “hard power” (poder duro).
Para solucionar problemas sociais, educacionais ou de outra natureza, há necessidade de recursos – e tais recursos (inclusive os naturais) devem ser protegidos. A garantia das fronteiras e a proteção dos recursos naturais, localizados no território nacional e nas águas sob jurisdição brasileira, demandarão investimentos significativos.
A Amazônia e o Atlântico Sul são áreas vitais para a Defesa. Pressões adversas à segurança do País poderiam resultar do desmembramento de estados da Federação em áreas próximas às fronteiras (caso do Pará), ou de controvérsias sobre direitos relativos à exploração de recursos naturais na plataforma continental brasileira (reservas petrolíferas do “pré-sal”).
O “efeito dominó” da derrubada (com apoio externo velado) de regimes autoritários no Oriente Médio pode levar a novas intervenções militares em países periféricos – inclusive na América Latina. O petróleo comprovadamente atrai atenção das grandes potências. Toda cautela é pouca, quando estão em jogo interesses que afetem a soberania.
O velho argumento do “país amante da paz” é tão falso quanto perigoso. Além de petróleo, o Brasil possui abundantes recursos (minérios estratégicos, biodiversidade ou água potável) que podem ser alvo de cobiça externa. Mesmo sem identificar prováveis inimigos ou ameaças, não deve descuidar de sua Defesa.
A fim de neutralizar ameaças à segurança do Brasil, é preciso manter possíveis conflitos armados (inclusive irregulares) à distância – procurando evitar que atinjam o território nacional. No século XX, os conflitos externos dos quais participaram as Forças Armadas brasileiras ocorreram no mar ou em outros continentes.
No Século XXI, nossas Forças Armadas devem ser capazes não só de defender o território, o espaço aéreo e o mar patrimonial, mas também de projetar poder e influência no exterior. O Brasil necessita de uma verdadeira Marinha oceânica, um Exército com capacidade expedicionária e uma Força Aérea com capacidade de pronta resposta a longas distâncias.
__________
(*) Pós-graduado em Relações Internacionais, professor no Centro de Produção da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (CEPUERJ) e colaborador permanente do Centro de Estudos Político-Estratégicos da Escola de Guerra Naval (CEPE/EGN).
(**) General-de-brigada engenheiro militar da reserva, pós-graduado pelo Instituto Militar de Engenharia (IME) e pela École Nationale Supérieure de l’Aeronautique et l’Espace (França) e diplomado pelo Curso de Política, Estratégia e Alta Administração do Exército (CPEAEx).
COMISSÃO DA VERDADE
ECOS DE 1935
(por Maynard Marques de Santa Rosa)
“Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém” (Paulo, I Cor., X, 23).
Sendo o homem intrinsecamente livre para pensar e agir, o alerta do Apóstolo insere-se, perfeitamente, no contexto das idéias.
Ao admitir a violência revolucionária como postulado de sua filosofia, Marx condenou à execração ética todo o acervo de uma brilhante concepção.
O argumento dos fins humanitários não justifica a tirania dos meios, por afrontar a lei universal da harmonia que deve reger as relações humanas.
Ninguém tem o direito de impor aos semelhantes as soluções de sua preferência, sobretudo quando ameaçam a liberdade individual e o patrimônio privado.
Ao longo da História, o Brasil tem sido vítima contumaz dos próprios filhos rebeldes, de mentes colonizadas por idéias estrangeiras, a serviço de uma metrópole geopolítica.
Patrocinados pelo expansionismo estalinista, os insurgentes de 1935 apunhalaram a alma nacional, nas vítimas adormecidas do 3º Regimento de Infantaria e da Escola de Aviação Militar.
Sufocada a intentona, sobreviveu a motivação subterrânea, voltando a emergir no início da década de 1960, sob os termos revisionistas do XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética.
Ao dividir-se o movimento, as facções fundamentalistas retomaram o uso da força no final da década, sob novo patrocinador estrangeiro, sendo contidos pela repressão governamental.
Quem adota a violência não pode eximir-se da reciprocidade. A sociedade nacional, de índole pacífica e ordeira, ainda não descobriu a vacina patriótica para o vírus da traição.
Acolhidos novamente pelo espírito conciliador da Nação, grupos ideológicos chegaram ao poder, aproveitando-se da via democrática que tanto buscaram destruir.
A ética revolucionária, porém, não se satisfaz com a pacificação política. Desconhecendo o sentimento de perdão consagrado nas iniciativas de anistia desde 1822, acaba de ser instituído um mecanismo potencialmente revanchista, cinicamente destinado à busca da verdade.
Atualmente, os auspícios ideológicos de Gramsci justificam até mesmo a corrupção que grassa no cenário político, absolvendo a consciência laxa dos militantes no poder.
Enquanto houver imprensa livre, no entanto, a verdade dos fatos voltará a aparecer, dissipando os miasmas de tirania.
A quem, licitamente, se deixa dominar por uma idéia, convém a reflexão de Goethe: “Ninguém é mais escravo do que aquele que se julga livre sem o ser”.

Pela demissão de toda a classe política !!!
A guerra contra o mau político está começando. Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm acontecido, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos próprios filhos! Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer tudo o que for preciso, para mudar o rumo deste abuso.
Todos os ''governantes'' do Brasil, até aqui, falam em cortes de despesas - mas não dizem quais despesas - mas, querem o aumentos de impostos como se não fôssemos o campeão mundial em impostos.
Nenhum governante fala em:
1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, 14º e 15º salários etc.) dos poderes da República;
2. Redução do número de deputados da Câmara Federal, e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países sérios. Acabar com as mordomias na Câmara, Senado e Ministérios, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do povo;
3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego;
4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de reais/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.
5. Acabar com o nepotismo no Senado e com as Câmara Estaduais, que só servem aos seus membros e aos seus familiares.
6. Redução drástica das Câmaras Municipais e das Assembleias Estaduais, se não for possível acabar com elas.
7. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas atividades; Aliás, 2 partidos apenas como os EUA e outros países adiantados, seria mais que suficiente.
8. Acabar com a distribuição de aviões, caronas, carros, viagens de férias financiados por empresas a Presidentes, Assessores, políticos, etc.., das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;
9. Acabar com os motoristas particulares 24 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias, amigos e até, as ex-famílias...
10. reduzir a renovação sistemática de frotas de carros de Estados e Municípios;
11. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.;
12. Acabar com o vaivém semanal dos deputados e respectivas estadias em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes, substituindo-s por tele-conferências via internet
13 Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós que nunca estão no local de trabalho). HÁ QUADROS (diretores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE CONSULTORIAS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES....;
14. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir aos apadrinhados do poder - há hospitais de cidades com mais administradores que pessoal administrativo... pertencentes Às oligarquias locais do partido no poder...
15. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar;
16. Acabar com as várias aposentadorias por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo LEGISLATIVO.
17. Pedir o pagamento da devolução dos milhões dos empréstimos compulsórios confiscados dos contribuintes, e pagamento IMEDIATO DOS PRECATÓRIOS judiciais;
18. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os ladrões que fizeram fortunas e adquiriram patrimônios de forma indevida e à custa do contribuinte, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controle, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efetivamente dela precisam;
19. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efetivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida;
20. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.
21. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu patrimônio antes e depois.
22. Pôr os Bancos pagando impostos e, atendendo a todos nos horários do comércio e da indústria.
23. Proibir repasses de verbas e fechar todas e quaisquer ONGs que não apresentem resultados parciais. Criar setor somente para fiscalização de ONG´s.
24. Fazer uma devassa nas contas do MST e similares, e todos os partidos políticos.
25. REVER imediatamente a situação dos Aposentados Federais, Estaduais e Municipais, que precisam muito mais que estes que vivem às custas dos brasileiros trabalhadores e, dos Próprios Aposentados.
26. REVER as indenizações milionárias pagas indevidamente aos "perseguidos políticos" (guerrilheiros) e famílias dos militares mortos e vítimas de terrorismo.
27. AUDITORIA sobre o perdão de dívidas que o Brasil concedeu a outros países.
28. Acabar com as mordomias da aposentadoria de políticos, após um mandato, nós temos que trabalhar 35 anos e não temos direito a carro, combustível, segurança, etc.
29. Acabar com o direito do prisioneiro receber mais do que o salário mínimo por filho menor, e, se ele morrer, ainda fica esse beneficio para a família. O prisioneiro deve trabalhar para receber algum benefício, e deveria indenizar a família que ele prejudicou.
30. Impedir que presos tenham contato com a população, seja via TV, familiares, mulheres e notícias exteriores à prisão. Criar a rede de TV Prisional para transmitir somente programas de reeducação e proficionalização aos presos. Desconectar o preso da sociedade em que vivia.
31. Criminalizar o Nepotismo, demitindo os “padrinhos políticos”, com a obrigatória devolução dos valores “GARFADOS” do Tesouro Nacional!...
32. Utilizar a consultoria de Oficiais da Reserva para fiscalização "in loco" de ONG´s, obras públicas e destinação de verbas para comunidades carentes.
''O QUE ME INCOMODA NÃO É O GRITO DOS MAUS, E SIM, O SILÊNCIO DOS BONS'' (Martin Luther King)
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... e
pensar
que NÓS
riamos
da cara
dele!!

O grande parlamentar brasileiro TIRIRICA foi diplomado em 17.12.2010..
Ajuda Custo: R$ 35.053,00
Auxilio Moradia: R$ 3.000,00
Auxilio Gabinete: R$ 60.000,00
Despesa Médica pessoal e familiar: ILIMITADA E
INTERNACIONAL (livre escolha de medicos e clinicas).
Telefone Celular: R$ ILIMITADO.
Ainda como bônus anual: R$ (+ 2 salários = 53.400,00)
Passagens e estadia: primeira classe ou executiva sempre
Reuniões no exterior: dois congressos ou equivalente todo ano.
Custo médio mensal: R$ 250.000,00
Aposentadoria: total depois de 8 (oito) anos e com pagamento integral.
Fonte de custeio: NOSSO BOLSO!!!
Dá para chamá-lo de palhaço?
Pense bem, quem é o palhaço!!
O BOPE: R$ 2.260,00 Para arriscar a vida;
Os Bombeiros: R$ 960,00 Para salvar vidas;
Os Professores: R$ 728,00 para preparar para a vida;
Médicos: R$ 1.260,00 para manter a vida;
É Você.



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Ex PRESIDENTES
NA BBC de Londres
Assista a entrevista de
FHC
e Lula na
BBC de
Londres no programa Hard
Talk e forme a sua
própria opinião.
Clique na seqüência
abaixo:
Assista,
Imperdível
!!
Suas aplicações Financeiras
(Clique ao lado para assistir)
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Visite o site da FAB
e
EEAR-Escola de Especialistas da
Aeronáutica

A CRISE DA ECONOMIA AMERICANA
Para quem quer
entender...
Paul comprou
um apartamento,
no começo dos anos
90, por 300.000
dólares financiado
em 30 anos. Em 2006
o apartamento do
Paul passou a valer
1,1 milhão de
dólares. Aí,
um banco perguntou
pro Paul se ele não
queria uma
grana emprestada,
algo como 800.000
dólares, dando seu
apartamento
como garantia.
Ele aceitou o
empréstimo, fez uma
nova hipoteca e
pegou os 800.000
dólares.
Com os 800.000
dólares. Paul, vendo
que imóveis não
paravam de
valorizar,
comprou 3 casas
em construção dando
como entrada algo
como 400.000
dólares. A
diferença,
400.000 dólares que
Paul recebeu do
banco, ele se
comprometeu: comprou
carro novo (alemão)
pra ele, deu um
carro (japonês) para
cada filho e com o
resto do dinheiro
comprou TV de plasma
de 63 polegadas, 43
notebooks, 1634
cuecas. Tudo
financiado,
tudo a crédito. A
esposa do Paul,
sentindo-se rica,
sentou o dedo no
cartão de crédito.
Em agosto de 2007
começaram a correr
boatos que os
preços dos
imóveis estavam
caindo. As
casas que o Paul
tinha dado entrada e
estavam em
construção caíram
vertiginosamente de
preço e não tinham
mais liquidez...
O negócio era
refinanciar
a própria casa,
usar o dinheiro para
comprar outras casas
e revender com
lucro. Fácil...
parecia fácil.
Só que todo
mundo teve a mesma
idéia ao mesmo tempo.
As taxas que o Paul
pagava começaram a
subir (as taxas eram
pós fixadas) e o
Paul percebeu que
seu investimento em
imóveis se
transformara num
desastre.
Milhões tiveram a
mesma idéia do Paul.
Tinha casa pra
vender como nunca.
Paul foi
agüentando as
prestações da sua
casa refinanciada,
mais as das 3 casas
que ele comprou como
milhões de
compatriotas, para
revender, mais as
prestações dos
carros, as das
cuecas, dos
notebooks, da TV de
plasma e do cartão
de crédito.
Aí as casas
que o Paul
comprou para
revender ficaram
prontas e ele tinha
que pagar uma grande
parcela. Só que
neste momento Paul
achava que já teria
revendido as 3
casas, mas, ou não
havia compradores ou
os que havia só
pagariam um preço
muito menor que o
Paul havia pago.
Paul se danou.
Começou a não pagar
aos bancos as
hipotecas da casa
que ele morava e das
3 casas que ele
havia comprado como
investimento. Os
bancos ficaram
sem receber de
milhões de
especuladores iguais
a Paul.
Paul optou
pela sobrevivência
da família e tentou
renegociar com os
bancos que não
quiseram acordo.
Paul entregou
aos bancos as 3
casas que comprou
como investimento
perdendo tudo que
tinha investido.
Paul quebrou. Ele e
sua família pararam
de consumir...
Milhões de
Pauls deixaram
de pagar aos bancos
os empréstimos que
haviam feito baseado
nos preços dos
imóveis. Os
bancos haviam
transformado os
empréstimos de
milhões de Pauls em
títulos negociáveis.
Esses títulos
passaram a ser
negociados com valor
de face. Com a
inadimplência dos
Pauls esses títulos
começaram a valer
pó.
Bilhões e
bilhões em
títulos passaram a
nada valer e esses
títulos estavam
disseminados por
todo o mercado,
principalmente nos
bancos americanos,
mas também em bancos
europeus e
asiáticos.
Os imóveis
eram as garantias
dos empréstimos, mas
esses empréstimos
foram feitos
baseados num preço
de mercado desse
imóvel... Preço
que despencou.
Um empréstimo foi
feito baseado num
imóvel avaliado em
500.000 dólares e de
repente passou a
valer 300.000
dólares e mesmo
pelos 300.000 não
havia compradores.
Os preços
dos imóveis eram uma
bolha, um ciclo que
não se sustentava,
como os esquemas de
pirâmide,
especulação pura.
A inadimplência
dos milhões de Pauls
atingiu fortemente
os bancos americanos
que perderam
centenas de bilhões
de dólares. A
farra do crédito
fácil um dia acaba.
Acabou.
Com a
inadimplência
dos milhões de Pauls,
os bancos pararam de
emprestar por medo
de não receber. Os
Pauls pararam de
consumir porque não
tinham crédito.
Mesmo quem não
devia dinheiro não
conseguia crédito
nos bancos e quem
tinha crédito não
queria dinheiro
emprestado.
O medo de
perder o emprego fez
a economia travar.
Recessão é
sentimento, é medo.
Mesmo quem pode,
para de consumir.
O FED
começou a trabalhar
de forma árdua,
reduzindo fortemente
as taxas de juros e
as taxas de
empréstimo
interbancários. O
FED também começou a
injetar bilhões de
dólares no mercado,
provendo liquidez.
O governo
Bush lançou um plano
de ajuda à economia
sob forma de
devolução de parte
do imposto de renda
pago, visando
incrementar o
consumo, porém essas
ações levam meses
para surtir efeitos
práticos. Essas
ações foram
corretas e, até
agora não é possível
afirmar que os EUA
estão tecnicamente
em recessão.
O FED
trabalhava. O
mercado ficava
atento e as famílias
esperançosas. Até
que na semana
passada o impensável
aconteceu. O pior
pesadelo para
uma economia
aconteceu: a crise
bancária,
correntistas
correndo para sacar
suas economias,
boataria geral,
pânico. Um dos
grandes bancos
da América, o Bear
Stearns, amanheceu,
na segunda feira
última, quebrado,
insolvente.
No domingo o
FED, de forma
inédita, fez um
empréstimo ao Bear,
apoiado pelo JP
Morgan Chase, para
que o banco não
quebrasse. Depois
disso o Bear foi
vendido para o JP
Morgan por 2 dólares
por ação. Há um ano
elas valiam 160
dólares. Durante
esta semana dezenas
de boatos voltaram a
acontecer sobre
quebra de bancos.
A bola da vez
seria o Lehman
Brothers, um bancão.
O mercado e as
pessoas seguem sem
saber o que nos
espera na próxima
segunda-feira.
O que começou
com o Paul hoje
afeta o mundo
inteiro. A coisa
pode estar
apenas começando. Só
o tempo dirá.
Castilho
Finabank CCTVM
tel. 40834546
Castilho@finabank.com.br
www.finabank.com.br

Dilma
defende
continuidade
da
política
econômica
do
governo
Lula
|
22.02.2010
| 09h12
exame/
economia
BRASÍLIA
(Reuters)
- Em um
sinal
claro ao
mercado,
a
ministra
da Casa
Civil,
Dilma Rousseff,
assegurou
neste
sábado
em seu
primeiro
discurso
como
pré-candidata
do PT à
Presidência
da
República
que
manterá
a
estabilidade
e as
políticas
macroeconômicas.
Dilma
foi
aclamada
pré-candidata
à
sucessão
presidencial
no
congresso
nacional
do
partido,
onde
defendeu
também o
crescimento
com
distribuição
de renda
e a
ampliação
dos
programas
sociais
do
governo
Luiz
Inácio
Lula da
Silva
com o
objetivo
de
"erradicar
a
miséria"
do país.
"Todas
as
nossas
ações de
governo
têm, sem
sombra
de
dúvida,
uma
premissa:
a
preservação
da
estabilidade
macroeconômica",
afirmou
Dilma em
seu
discurso.
A
ministra
também
incorporou
ao seu
discurso
uma
bandeira
que em
campanhas
eleitorais
anteriores
eram um
mantra
do PSDB,
que
agora é
acusado
pelos
petistas
de ser
uma
ameaça à
economia.
Ironicamente,
antes os
papeis
eram
opostos.
"Vamos
manter o
equilíbrio
fiscal,
o
controle
da
inflação
e a
política
de
câmbio
flutuante",
destacou
a
ministra,
que
deixará
o
governo
no
limite
do prazo
para a
desencompatibilização
do
Executivo,
no
início
de
abril.
Dilma
também
prometeu
reforçar
a
fiscalização
da
execução
orçamentária
e
realizar
novas
reformas
estruturais.
"Vamos
concretizar,
junto
com o
Congresso,
as
reformas
institucionais
que não
puderam
ser
completadas
ou foram
apenas
parcialmente
implantadas,
como a
reforma
política
e a
tributária",
disse.
Para
Dilma, o
governo
Lula
obteve
sucessos
porque
não
sucumbiu
"aos
modismos
ideológicos",
persistindo
em suas
convicções
e
construindo
"alternativas
concretas
e
realistas".
Ela
enumerou
os
"novos
caminhos"
criados
pelo
governo,
como o
crescimento
com
distribuição
de
renda,
que deu
ao
Brasil
um maior
mercado
consumidor
doméstico
e
protegeu
o país
dos
efeitos
da crise
financeira
global.
"A
história
recente
mostrou
que
estávamos
certos",
sentenciou.
"ALICERCE
EXTRAORDINÁRIO"
Entre as
políticas
positivas
adotadas
pelo
governo,
Dilma
citou
ainda o
equilíbrio
macroeconômico,
a
redução
da
vulnerabilidade
externa
e das
desigualdades
regionais,
além da
reorganização
do
Estado e
a
recomposição
de sua
capacidade
de
planejar
e
executar
ações
essenciais
à
sociedade.
"Como
todos
podem
ver,
temos um
extraordinário
alicerce
e uma
herança
bendita
sobre a
qual
construir
o
terceiro
governo
democrático
e
popular",
sublinhou.
Responsável
pela
gestão
da
primeira
e
segunda
edição
do
Programa
de
Aceleração
do
Crescimento
(PAC) e
pelo
programa
habitacional
Minha
Casa,
Minha
Vida, a
ministra
destacou
a
importância
da
continuidade
dessas
ações
para
melhorar
os
sistemas
de
transporte,
educação,
saneamento
e saúde.
Ela
voltou
também a
reafirmar
a meta
de não
importar
os
equipamentos
que
serão
usados
para a
exploração
do
petróleo
da
camada
pré-sal
e focar
a
produção
de
derivados
de maior
valor
agregado
da
commodity.
"Tudo
que
puder
ser
produzido
no
Brasil
deve ser
--e
será--
produzido
no
Brasil",
frisou.
Após o
discurso,
o
ministro
do
Planejamento,
Orçamento
e
Gestão,
Paulo
Bernardo,
aproveitou
para
alfinetar
a
oposição.
"Isso
abre um
debate
diferente
dos
pontos
que
foram
colocados
pelo
PSDB,
que diz
que vai
mudar a
inflação,
o
superávit,
o
câmbio.
Nós
temos
que
saber o
que é
que eles
vão
mudar.
Da nossa
parte,
como nós
já
dissemos
que
vamos
manter,
o povo
brasileiro
já sabe
o que
esperar",
disse o
ministro
a
jornalistas.


Lula
lança pacote de bondades que tem tudo para irrigar a campanha de
Dilma
Flávia Foreque
- Estado de Minas
Publicação: 30/12/2009 14:22
Atualização: 30/12/2009 15:10
No ano em que o
presidente Luiz Inácio Lula da Silva tentará eleger sua
sucessora, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, uma
série de benefícios do governo entrará em vigor.
Além de ações já praticadas
neste ano e prorrogadas até 2010, como as medidas de
incentivo fiscal no combate à crise econômica, novos
benefícios entram em cena a partir da semana que vem.
É o caso do reajuste do
seguro-desemprego de quase 10%. O
benefício, concedido a trabalhadores demitidos
sem justa causa, pode atingir 6,2 milhões de
trabalhadores, estima o Ministério do Trabalho. Só essa
medida provocará impacto de R$1,58 bilhão nos cofres
públicos.
A mudança do valor
segue outro reajuste concedido há uma semana: o do
salário mínimo. A partir de
janeiro, o valor passa a R$ 510,
acima do previsto no texto do projeto original do
orçamento de 2010 (R$ 507). O valor representa aumento
real de 6%. O líder do PT na Câmara, Cândido Vaccarezza,
argumenta que a política do mínimo é praticada há sete
anos. O governo se vangloria de
ter elevado o piso a US$ 300.
No mesmo dia, o
presidente assinou medida provisória que concede
6,14% de reajuste às
aposentadorias acima do salário mínimo. A
mudança entra em vigor em janeiro e foi resultado de
longa negociação entre governo e aposentados, defensores
de projeto de lei do senador Paulo Paim (PT-RS) que
atrelava o reajuste das aposentadorias ao do mínimo. A
proposta, argumentou o governo, poderia provocar um
rombo nas contas da Previdência Social.
Para o líder do Democratas no Senado, José Agripino
(RN), a decisão do governo de conceder o benefício no
final do mandato é prova do caráter eleitoreiro da
medida. “Os aposentados, pela voz de um senador petista,
passaram o governo inteiro reclamando. No último
momento, esse benefício vai ser pago pelo presidente, só
por um ano, e o resto da conta vai ficar com os próximos
governos”, critica Agripino.
O senador também
condena a intenção do governo de enviar ao Congresso um
projeto para a Consolidação das Leis Sociais, nos moldes
da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O argumento
do governo é de que a medida vai impedir mudanças
futuras em programas de assistência à população mais
pobre, como o Bolsa Família. Esse é um debate
eleitoreiro, uma demonstração do interesse de discutir
aquilo que foi feito e que vai ser continuado por
qualquer governo, afirma Agripino.
Maior programa social
do governo Lula, o Bolsa Família vai beneficiar, em
2010, mais 500 mil famílias em todo o país, chegando a
12,9 milhões de domicílios assistidos. O ministro do
Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, afirmou que o
programa pode ser estendido aos moradores de rua. O
governo considerou também auxiliar os beneficiários do
programa na compra do butijão de gás. Segundo estudo do
Ministérios de Minas e Energia, o desconto de 25% no
preço do produto teria um custo de R$ 1 bilhão. O
Tesouro não apoiou a medida.
Há três meses, o
governo reajustou em 10% o benefício do
Bolsa Família. O valor
médio passou de R$86 para R$ 95. A oposição afirma que o
reajuste é mais uma forma de fortalecer a área social no
discurso de campanha da candidata do PT. “O Bolsa
Família é um programa que insere pessoas no mercado de
consumo, o que é bom para a economia.
Antes do presidente Lula, a única
coisa que o Brasil fazia para pagar suas contas era
vender as estatais. Vamos entregar o país, se
Deus quiser, para a ministra Dilma Rousseff em 2011, em
uma situação confortável”, rebate o líder do PT na
Câmara.
Em 2010, o Executivo pretende ainda aprovar no Congresso
a proposta que cria o vale
cultura. A proposta prevê benefício de R$ 50,
destinado a eventos e bens culturais, para trabalhadores
que ganhem até 5 salários mínimos. As empresas que
aderirem ao vale cultura terão isenção fiscal, diz o
texto.
REAJUSTE DO
SEGURO-DESEMPREGO
• Benefício concedido a cerca de 6,2 milhões de
trabalhadores
• Impacto de R$1,58 bilhão nos cofres públicos
REAJUSTE DO SALÁRIO
MÍNIMO
• 46,1 milhões de pessoas têm rendimento cuja referência
é o mínimo
• Impacto de R$4,6 bilhões na Previdência Social
AUMENTO PARA APOSENTADOS
• 8,3 milhões de aposentados e pensionistas ganham acima
do salário mínimo
• Impacto de 14 bilhões na Previdência Social
AMPLIAÇÃO DA BOLSA
FAMÍLIA
• R$13,1 bilhões para o maior programa social do governo
Lula em 2010
• 12,9 milhões de domicílios atendidos no próximo ano
• Governo estudou ajuda de custo para os beneficiários
na compra de butijão de gás, mas ao custo de R$1 bilhão,
a medida não recebeu o apoio do Tesouro
VALE CULTURA
• Ainda em tramitação no Congresso, o projeto do governo
prevê R$50 para trabalhadores que ganham até 5 salários
mínimos, para gastos com eventos e bens culturais
• Benefício direto a 12 milhões de brasileiros, segundo
estimativa do Ministério da Cultura
* Colaborou Daniela
Lima
|
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Howard Gardner:
"É difícil fazer o certo se isso contraria os nossos interesses" |
Para
o
pesquisador
norte-americano,
autor da
"Teoria
das
Inteligências
Múltiplas",
no
século
21 a
ética
vai
valer
mais que
o
conhecimento.
Luciana
Zenti
(novaescola@atleitor.com.br),
de
Curitiba,
PR
"O
planeta
não vai
ser
salvo
por quem
tira
notas
altas
nas
provas,
mas por
aqueles
que
se
importam
com
ele."
(Howard
Gardner)
Howard
Gardner,
que se
dedica a
estudar
a
forma
como o
pensamento
se
organiza,
balançou
as bases
da
Educação
ao
defender,
em 1984,
que
a
inteligência
não pode
ser
medida
só pelo
raciocínio
lógico-matemático,
geralmente
o mais
valorizado
na
escola.
Segundo
o
psicólogo
norte-americano,
havia
outros
tipos de
inteligência:
musical,
espacial,
lingüística,
interpessoal,
intrapessoal,
corporal,
naturalista
e
existencial.
A Teoria
das
Inteligências
Múltiplas
atraiu a
atenção
dos
professores,
o que
fez com
que ele
se
aproximasse
mais do
mundo
educacional.
Hoje,
Gardner
tem um
novo
foco de
pensamento,
organizado
no que
chama de
CINCO
MENTES
para o
futuro,
em que a
ética se
destaca.
"Não
basta ao
homem
ser
inteligente.
Mais do
que
tudo, é
preciso
ter
caráter",
diz,
citando
o
filósofo
norte-americano
Ralph
Waldo
Emerson
(1803-1882).
E
emenda:
"O
planeta
não vai
ser
salvo
por quem
tira
notas
altas
nas
provas,
mas por
aqueles
que se
importam
com
ele".
Além
de
lecionar
na
Universidade
de
Harvard
e na
Boston
School
of
Medicine,
ele
integra
o grupo
de
pesquisa
Good
Work
Project,
que
defende
o
comportamento
ético.
Esse
trabalho
e o
impacto
de suas
ideias
na
Educação
são
temas
desta
entrevista
concedida
à NOVA
ESCOLA
em
Curitiba,
onde
esteve
em
agosto,
ministrando
palestras
para
promover
o livro
Multiple
Intelligences
Around
the
World
(Inteligências
Múltiplas
ao Redor
do
Mundo)
ainda
não
editado
no
Brasil.
A
ENTREVISTA:
A Teoria
das
Inteligências
Múltiplas
causou
grande
impacto
na
Educação.
Após 25
anos, o
que
mudou?
__HOWARD
GARDNER:
Durante
centenas
de anos,
os
psicólogos
seguiam
uma
teoria:
se você
é
inteligente,
é assim
para
tudo. Se
é
mediano,
se
comporta
dessa
maneira
todo o
tempo.
E, se
você é
burro, é
burro
sempre.
Dizia-se
que a
inteligência
era
determinada
pela
genética
e que
era
possível
indicar
quão
inteligente
é uma
pessoa
submetendo-a
a
testes.
Minha
teoria
vai na
contramão
disso.
Se você
me
pergunta
se
minhas
idéias
tiveram
impacto
significativo,
eu digo
que não.
Não há
escolas
e cursos
Gardner,
mas
pessoas
que
ouvem
falar
dessas
coisas e
tentam
usá-las.
As
escolas
têm
dificuldade
em
acompanhar
mudanças
como
essa?
__GARDNER
As
instituições
de
ensino
mudam
lentamente
e estão
preparando
jovens
para os
séculos
19 e 20.
Além
disso,
os
docentes
lecionam
do modo
como
foram
ensinados.
Mesmo
que
sejam
expostos
a novos
conhecimentos,
é
preciso
que eles
queiram
aprender
a
usá-los.
Se isso
não
ocorre,
nada
muda.
Como
sua
teoria
pode ser
incorporada
às
propostas
pedagógicas?
__GARDNER
No
livro
Multiple
Intelligences
Around
the
World,
lançado
este
ano,
diversos
autores
descrevem
como
implementaram
minhas
ideias.
Enfatizo
duas
delas: a
primeira
é a
individualização.
Os
educadores
devem
conhecer
ao
máximo
cada um
de seus
alunos
e,
assim,
ensiná-los
da
maneira
que eles
melhor
poderão
aprender.
A
segunda
é a
pluralização.
Isso
significa
que é
necessário
ensinar
o que é
importante
de
várias
maneiras
-
histórias,
debates,
jogos,
filmes,
diagramas
ou
exercícios
práticos.
Como
fazer a
individualização
do
ensino
numa
sala com
40
estudantes?
__GARDNER
Realmente
é mais
fácil
individualizar
o ensino
numa
sala com
dez
crianças
e em
instituições
ricas.
Mas,
mesmo
sem
essas
condições
ideais,
é
possível:
basta
organizar
grupos
formados
por
aqueles
que têm
habilidades
complementares
e
ensinar
de modos
diferentes.
Se o
professor
entende
a
teoria,
consegue
lançar
mão de
outras
formas
de
trabalhar
- como
explorar
o que há
no
entorno
da
escola.
Se
ele
acredita
que só
com
equipamentos
caros
vai
conseguir
bons
resultados
em sala
de aula,
não
entendeu
a
essência
do
pensamento.
A lista
de
conteúdos
está
cada vez
maior.
Como dar
conta do
programa
e ainda
variar a
metodologia?
__GARDNER
É
um erro
enorme
acreditar
que por
termos
mais a
aprender,
necessitamos
ensinar
mais.
A
questão
central
é que
várias
coisas
que
antes
tinham
de ser
memorizadas
agora
estão
facilmente
disponíveis
para
pesquisa.
Colocar
uma
quantidade
cada vez
maior de
informação
na
cabeça
da
garotada
é um
desastre.
Infelizmente,
essa é
uma
prática
comum em
diversos
cantos
do
mundo.
Depois
de
viajar
muito,
posso
afirmar
que o
interesse
de
diversos
ministros
da
Educação
é apenas
fazer
com que
seu país
se saia
bem nos
testes
internacionais
de
avaliação.
E isso é
ridículo.
Qual a
sua
avaliação
sobre a
Educação
brasileira?
__GARDNER
Acredito
que,
se o
Brasil
quer ser
uma
força
importante
no
século
21, tem
de
buscar
uma
forma de
educar
que
tenha
mais a
ver com
seu
povo, e
não
apenas
imitar
experiências
de fora,
como as
dos
Estados
Unidos e
da
Europa.
O
país
precisa
se olhar
no
espelho,
em vez
de ficar
olhando
a
bússola.
Sua
teoria
inclui
um um
método
adequado
de
avaliá-la?
__GARDNER
Gastamos
bilhões
de
dólares
desenvolvendo
testes
para
medir o
nível em
que está
a
Educação,
mas
eles,
por si
só, não
ajudam a
aprimorá-la
-
simplesmente
nos
dizem
quem
está
melhor
ou pior.
Para
saber
isso,
basta
olhar
para as
notas.
A
diferença
dos
testes
de
inteligências
múltiplas
é que é
necessário
aplicá-los
somente
naqueles
que têm
dificuldades.
Assim,
podemos
verificar
as
formas
de
ensinar
mais
adequadas
a eles,
ajudando
todos -
e a
Educação,
de fato.
Os
testes
de QI
sofreram
muitas
críticas
de sua
parte.
Por quê?
__GARDNER
A
maior
parte
dos
testes
mede a
inteligência
lógica e
de
linguagem.
Quem é
bom
nas duas
é bom
aluno.
Enquanto
estiver
na
escola,
pensará
que é
inteligente.
Porém,
se
decidir
dar um
passeio
pela
cidade,
rapidamente
descobrirá
que
outras
habilidades
fazem
falta,
como a
espacial
e a
intrapessoal
- a
capacidade
que cada
um tem
de
conhecer
a si
mesmo,
fundamental
hoje.
De
que
forma
essa
habilidade
pode ser
determinante
para o
sucesso?
__GARDNER
Ela
não era
importante
no
passado
porque
apenas
repetíamos
o
comportamento
dos
nossos
pais.
Agora,
todos
necessitamos
tomar
decisões
sobre
onde
morar,
que
carreira
seguir e
se é
hora de
casar e
de ter
uma
família.
E
quem não
tem
um
entendimento
de si
mesmo
comete
um erro
atrás do
outro.
Qual
o
desafio
do mundo
para os
próximos
anos em
relação
à
Educação?
__GARDNER
Estamos
vivendo
três
poderosas
revoluções.
Uma
delas é
a
globalização.
As
pessoas
trabalham
em
empresas
multinacionais
e mudam
de país,
o que é
bem
diferente
de
quando
as
populações
não
tinham
contato
umas com
as
outras.
A
segunda
revolução
é a
biológica.
Todos os
dias,
o
conhecimento
científico
se
aprimora
e isso
afeta a
maneira
de
ensinar
e de
aprender.
O
cérebro
das
crianças
poderá
ser
fotografado
no
momento
em que
estiver
funcionando,
permitindo
detectar
onde
estão os
pontos
fortes e
os
fracos e
a melhor
forma de
aprender.
A
terceira
revolução
é a
digital,
que
envolve
realidade
virtual,
programas
de
mensagens
instantâneas
e redes
sociais.
Tudo
isso vai interferir na forma de pensar a Educação no futuro.
O livro
“Cinco
Mentes
para o
Futuro”
aborda
as
características
essenciais
a ser
desenvolvidas
pelos
humanos.
Como
isso se
relaciona
com as
inteligências
múltiplas?
__GARDNER
As
cinco
mentes
não
estão
conectadas
com as
inteligências
e são
possibilidades
que
devemos
nutrir.
A
primeira
é a
mente
disciplinada
- se
queremos
ser bons
em algo,
temos de
nos
esforçar
todos os
dias.
Isso
costuma
ser
difícil
para os
JOVENS,
que
mudam
rapidamente
de uma
tarefa
para
outra.
Essa
mente
pressupõe
ainda a
necessidade
de
compreender
as
formas
de
raciocínio
que
desenvolvemos:
histórica,
matemática,
artística
e
científica.
O
problema
é que
muitas
escolas
ensinam
somente
fatos e
informações.
Como
lidar
com o
excesso
de
informações
a que
temos
acesso
hoje?
GARDNER
Essa
capacidade
é
dominada
por um
segundo
tipo de
mente,
a
sintetizadora.
Ela nos
aponta
EM QUE
prestar
atenção
e COMO os dados
podem
ser
combinados.
É
preciso
ter
CRITÉRIO
para
fazer
julgamentos
e saber
como
comunicar-se
de forma
sintética.
Para os
educadores,
era mais
fácil
sintetizar
quando
usavam-se
apenas
um ou
dois
livros.
Qual
é o
terceiro
tipo de
mente?
__GARDNER
A
criativa.
Ela
levanta
novas
questões,
cria
soluções
e é
inovadora.
Pessoas
desse
tipo
gostam
de se
ARRISCAR
e não se
importam
de errar
e tentar
de novo.
Essa é a
mente
que
pensa
fora da
caixa.
Mas você
só
consegue
isso
quando
tem uma
caixa:
disciplina
e
síntese.
Por
isso,
o
conselho
que dou
é
DOMINAR
A
DISCIPLINA
NA
JUVENTUDE
para ter
mais
tempo de
ser
criativo.
O
livro
aponta
também
habilidades
associadas
a
virtudes
morais.
__GARDNER
Uma
delas
envolve
o
respeito
- e é
mais
fácil
explicar
a
mente
respeitosa
do que
alcançá-la.
Ela
começa com o reconhecimento de que cada ser humano é ÚNICO e, por isso, tem
crenças
e
valores
diferentes.
A
questão
é
o que
fazemos
com essa
conclusão.
Nós
podemos
matar e
discriminar
os
diferentes
ou
tentar
entendê-los
e
cooperar
com
eles.
Desde
que
nascem,
os
humanos
percebem
se vivem
em um
ambiente
respeitoso.
Observam
como
os pais
se
relacionam
e tratam
os
filhos,
como os
mestres
interagem
com os
colegas
e com os
estudantes
e assim
por
diante.
O
respeito
está na
SUPERFÍCIE
.
Essa
última
habilidade
se
relaciona
à ética,
certo?
__GARDNER
Sim.
No que
se
refere à
ética,
é
necessário
imaginar-se
com
múltiplos
papéis:
ser
humano,
profissional
e
cidadão
do
mundo.
O que
fazemos
não
afeta
uma rua,
mas o
planeta.
Temos de
pensar
nos
nossos
direitos,
mas
também
nas
responsabilidades.
O
mais
difícil
com
relação
à ética
é FAZER
A COISA
CERTA
mesmo
quando
essa
atitude
não
atende
aos
nossos
interesses.
Ao
resumir
esses
dois
últimos
tipos de
mente,
eu diria
que
pessoas
que têm
atitudes
éticas
merecem
respeito.
O
problema
é
que
muitas
vezes
respeitamos
alguém
SÓ pelo
dinheiro
ou pela
fama.
O
mundo
certamente
seria
melhor
se
dirigíssemos
nosso
respeito
às
pessoas
extremamente
éticas.
O
ideal é
que as
cinco
mentes
sejam
desenvolvidas?
__GARDNER
Sim. No
entanto,
elas não
se
adaptam
umas às
outras
de forma
fácil.
Sempre
haverá
TENSÃO
entre a
disciplina
e a
criatividade
e entre
o
respeito
e a
ética.
Cabe a
você
respeitar
colegas
e
superiores,
mas, se
eles
fizerem
algo
errado,
como
agir?
Ignorar
o
fato ou
confrontá-los?
Saber
conciliar
os
diferentes
tipos de
mente é
um
desafio
para a
inteligência
intrapessoal.
Só você
pode se
entender
e achar
seu
caminho.
Um
dos
focos de
sua
atuação,
o
projeto
Good
Work,
prevê a
formação
de bons
trabalhadores.
Como
eles
podem
ser
identificados?
__GARDNER
Eles
possuem
excelência
técnica,
são
altamente
disciplinados,
engajados
e
envolvidos
e gostam
do que
fazem.
Além
disso,
também
são
éticos.
Estão
sempre
se
questionando
sobre
que
atitudes
tomar,
levando
em conta
a moral
e a
responsabilidade
e não o
que
interessa
para o
bolso
deles.
O
bom
cidadão
se
envolve
nas
decisões,
participa,
conhece
as
regras e
as leis:
isso é
excelência.
Por
último,
não
tenta se
beneficiar
à custa
disso.
Há
pessoas
bem
informadas
que só
promovem
o
próprio
interesse.
O
bom
cidadão
não
pergunta
o que é
bom para
ele, mas
para o
país.
Leila de
Carvalho
Mendes
Professora
de
Língua
Portuguesa
Psicopedagoga
Mestre
em
Educação
(Prima
do 2°Ten
R/2
Euler,
VP Plan.
Estrat.
Aor-eb/BH)

Medalha
de ouro
em
grosseria!
Robin
Williams
detona
o
Brasil
na
TV
americana
(clique
para
ver)

A
coisa
rolou
faz
uma
semana,
mas
só
agora
a
história
começou
a
circular
pela
internet
em
função
da
exibição
do
programa
nesta
segunda
pelo
canal
por
assinatura GNT.
Uma
brincadeira
de
gosto
duvidoso
deixou
muitos
brasileiros
chateados
com
o
comediante
americano
Robin
Williams,
de
Bom
Dia
Vietnã
e da
franquia Uma
noite
no
museu.
Ele,
famoso
pelas
bobagens
e
grosserias
que
costuma
soltar
nos
talk
shows,
chutou
o
pau
da
barraca
durante
o
programa
de
David
Letterman
no
dia
23/11.
Já
entrou
em
cena
sacaneando
o
apresentador
do
programa,
chamando-o
de
"próxima
Oprah",
uma
referência
a
Oprah
Winfrey,
dona
de
um
dos
programas
de
auditório
de
maior
audiência
da
TV
estadunidense.
Na
verdade,
Letterman
pega
bastante
no
pé
da
apresentadora
não
é de
hoje.
Numa
das
referências
a Oprah,
o
ator lembrou-se
que
ela e a
primeira-dama
Michelle
Obama foram
"madrinhas"
de
Chicago
na
campanha
para
aos
Jogos
Olímpicos
de
2016.
Nesse
momento, Williams
mexeu
com
o
brio
dos
brasileiros
dizendo
que
enquanto
a
cidade
americana enviou
Oprah
e
Michelle
para
defender
a
candidatura
em
Copenhagem,
na
Dinamarca,
o
Brasil
-
que
venceu
a
parada
-
"mandou
50
strippers
e
meio-quilo
de
pó".
A
piada
está
rendendo
muita
polêmica
online
na
programação
de
TV
aberta
brasileira.
Williams,
realmente,
sempre
pega
pesado
nas
brincadeiras.
Muitos
acham
que
ele
não
deve
ser
levado
a
sério.
Mas
é
grande
o
número
de
internautas
daqui que
estão batendo
pesado
no
ator.
Os
mais
exaltados
recordam
que
Williams
já
teve
problemas
com
consumo
de
cocaína
e
acham
que
ele
não
deveria
fazer
piada
sobre
o
tema.
O
humor
cáustico
dos
americanos
costuma
brincar
com
o
estereótipo marginal
e
erotizado
do
Brasil.
Não
podemos
esquecer
da
baguça
que
os
Simpsons
fizeram
há
alguns
anos
num
episódio ambientado
em
nosso
país.
Eles
fizeram
piadas
sobre
sequestros
e
mostraram
um
Brasil
infestado
de
ratos
e
macacos.
O
governo
FHC
na
época
protestou.
Pessoalmente,
me
parece
que nós,
brasileiros,
sabemos
que
há
exageros
nessa
tiração
de
sarro,
mas
também
reconhecemos
ali
uma
verdade
dolorida...
e
que,
talvez,
ouvir
isso
de
um
estrangeiro...
faça
doer
ainda
mais...

VOTO,
UMA DECISÃO GERENCIAL 
Artigo publicado no
jornal Estado de Minas
de 29.10.2009 Quinta
Feira – Coluna OPINIÃO –
Pag 7
Por: Geraldo
Magela Ivo
Administrador de
Empresas, Empresário e
Oficial R2 de
Infantaria do Exército
Uma
importante revista
inglesa, em recente
edição, fez uma análise
detalhada do Senado
brasileiro, em especial
a crise moral em que
está inserido e o chamou
de ‘Casa dos Horrores”.
Isto posto,
precisamos mesmo
aprofundar nossas
análises e fazer o
acompanhamento das ações
dos políticos.
Também é necessário
tomar decisões, pois,
este estado de
malversação do dinheiro
público (nosso) e
outras nefastas ações
políticas tem que
acabar. Assim,
compatriotas, se existe
Assembléia, Câmara e
Senado,
é porque nós votamos, e
o voto é uma decisão
gerencial, que tem seus
reflexos estratégicos,
gerenciais e
operacionais no nosso
dia a dia.
Afirmou a revista:
“que a saga dos atos
secretos lembra aos
brasileiros que seus
políticos nunca põem
austeridade em si
mesmos”.
Ora, austeridade,
honestidade, humildade,
honradez, visão
empreendedora, educação
formal,
profissionalismo, saúde,
nacionalismo,
patriotismo, são
adjetivos que configuram
como obrigatórios e
inerentes àqueles que
pleiteiam o nosso voto.
Não podemos eleger
candidato,
(ou mesmo recusar-se a
votar sob a
justificativa inútil de
austeridade e
indignação, abandonando
o nosso futuro nas mãos de
aventureiros
inconseqüentes)
ou
ainda reeleger
político, que a Polícia
está no seu encalço ou
já o encontrou e o
Ministério Público (MP)
já ajuizou as devidas
ações. Precisamos
substituir a maioria(uns
60 a 70%) dos atuais
políticos, renovar as
Câmaras, as Assembléias
e o Senado, chega
de manter “sempre
os mesmos”. Devemos
lembrar que ao votar,
estamos legalmente e
democraticamente
passando uma procuração
com plenos poderes para
que o político possa
agir em nosso nome.
Porém, não é
ainda hábito de
praticamente todos nós,
adotarmos uma postura
gerencial, ou seja,
delegamos mas não
cobramos, autorizamos
mas não verificamos,
observamos que o eleito
está errando, mas não o
corrigimos. Observamos e
vemos na pratica, seja
no Senado, na Câmara
Federal, nas dezenas de
assembléias estaduais e
nas milhares de Câmaras
Municipais espalhadas
pelo Brasil a
constante falta de
austeridade na gestão.
Somente no Senado,
foram detectados 191
cargos de diretores e
mais de 10 mil)
funcionários, a um custo
de mais de 6,2 bilhões
de reais por ano.
Empresa nacional /
multinacional /
transnacional, ou seja,
aquela que opera em
escala mundial, com 20
ou mais diretores e de 5
mil a 100 mil
funcionários, todos
produtivos e gerando
receitas e impostos,
consegue ser dirigida
com rigor e austeridade,
e um Senado com 81
senadores precisa de
milhares de funcionários
para ser
operacionalizado,
contrariando assim os
princípios da
administração como
ciência.
O orçamento do
Senado, permite jogar
fora milhões de reais,
pois, esta fábula de
dinheiro poderia ser
transferida para saúde,
educação, segurança e
transporte. Deveria
também servir para pagar
a dívida política e
social da nação com seus
aposentados, em especial
os da iniciativa
privada, jogados na
sarjeta pelas suas
ínfimas aposentadorias
que não estão dando nem
para a sobrevivência,
com franco
descumprimento dos
ditames da Constituição.
Outro ponto que a
sociedade brasileira tem
que questionar e decidir
é sobre a real
necessidade deste
Senado, sendo que
tecnicamente, em alguns
países, não existe o
Senado, só existe a
Câmara. Finalizando,
vote com consciência,
sem paixão, vote com a
frieza e o raciocínio
matemático da relação
custo / beneficio para a
sociedade. Evite a
formação de bancadas
sectárias ou
provincianas, voltadas
exclusivamente para
poucos indivíduos,
grupos, facções e
oligarquias.
(O
texto entre parêntesis
em cor vermelho é uma
colaboração de Euler de
Abreu Domingues,
engenheiro, empresário e
Oficial R2 do Exército
Brasileiro).

A AMAZÔNIA,
Resposta do Ministro da
Educação

CRISTOVAM BUARQUE
Durante um debate
numa universidade dos
Estados Unidos, o
ex-governador do DF e à
época ministro da
Educação CRISTOVAM
BUARQUE, foi questionado
sobre o que pensava da
Internacionalização da
Amazônia.
Um jovem americano
introduziu sua pergunta
dizendo que esperava a
resposta de um humanista
e não de um brasileiro.
Esta foi a resposta
do Sr. Cristovam
Buarque:
"De
fato, como
brasileiro eu
simplesmente falaria
contra a
internacionalização da
Amazônia. Por mais que
nossos governos não
tenham o devido cuidado
com esse patrimônio, ele
é nosso.
Como humanista,
sentindo o risco da
degradação ambiental que
sofre a Amazônia, posso
imaginar a sua
internacionalização,
como também de tudo o
mais que tem importância
para a humanidade.
Se a Amazônia,
sob uma ética humanista,
deve ser
internacionalizada,
internacionalizemos
também as reservas de
petróleo do mundo
inteiro...
O petróleo é tão
importante para o
bem-estar da humanidade
quanto a Amazônia para o
nosso Futuro. Apesar
disso, os donos das
reservas sentem-se no
direito de aumentar ou
diminuir a extração de
petróleo e subir ou não
o seu preço.
Da mesma forma, o
capital financeiro dos
países ricos deveria ser
internacionalizado. Se a
Amazônia é uma reserva
para todos os seres
humanos, ela não pode
ser queimada pela
vontade de um dono, ou
de um país.
Queimar a Amazônia
é tão grave quanto o
desemprego provocado
pelas decisões
arbitrárias dos
especuladores globais.
Não podemos deixar que
as reservas financeiras
sirvam para queimar
países inteiros na
volúpia da especulação.
Antes mesmo da
Amazônia, eu
gostaria de ver a
internacionalização de
todos os grandes museus
do mundo. O Louvre não
deve pertencer apenas à
França.
Cada museu do
mundo é guardião das
mais belas peças
produzidas pelo gênio
humano. Não se pode
deixar esse patrimônio
cultural, como o
patrimônio natural
Amazônico, seja
manipulado e destruído
pelo gosto de um
proprietário ou de um
país.
Não faz muito, um
milionário japonês,
decidiu enterrar com
ele, um quadro de um
grande mestre. Antes
disso, aquele quadro
deveria ter sido
internacionalizado.
Durante este encontro,
as Nações Unidas estão
realizando o Fórum do
Milênio, mas alguns
presidentes de países
tiveram dificuldades em
comparecer por
constrangimentos na
fronteira dos EUA.
Por isso, eu acho
que Nova York, como sede
das Nações Unidas, deve
ser Internacionalizada.
Pelo menos
Manhattan deveria
pertencer a toda a
humanidade. Assim como
Paris,Veneza, Roma,
Londres, Rio de Janeiro,
Brasília, Recife, cada
cidade, com sua beleza
específica, sua historia
do mundo, deveria
pertencer ao mundo
inteiro.
Se os EUA querem
internacionalizar a
Amazônia, pelo risco de
deixá-la nas mãos de
brasileiros,
internacionalizemos
todos os arsenais
nucleares dos EUA. Até
porque eles já
demonstraram que são
capazes de usar essas
armas, provocando uma
destruição milhares de
vezes maior do que as
lamentáveis queimadas
feitas nas florestas do
Brasil.
Defendo a idéia
de internacionalizar as
reservas florestais do
mundo em troca da
dívida. Comecemos usando
essa dívida para
garantir que cada
criança do Mundo tenha
possibilidade de COMER e
de ir à escola.
Internacionalizemos
as crianças tratando-as,
todas elas, não
importando o país onde
nasceram, como
patrimônio que merece
cuidados do mundo
inteiro. Crianças pobres
do mundo como um
patrimônio da
Humanidade, eles não
deveriam viver.
Como humanista,
aceito defender a
internacionalização do
mundo.
Mas, enquanto o
mundo me tratar como
Brasileiro, lutarei para
que a Amazônia seja
nossa.
Só nossa".

TERRAS
INDÍGENAS
CONSELHO
NACIONAL DE
OFICIAIS R/2
DO BRASIL
NOTA OFICIAL
O
Conselho
Nacional de
Oficiais R/2
do Brasil,
criado em 22
de abril de
1997,
representando
suas
quatorze
entidades
regionais,
diante da
gravidade
das
situações
geradas pelo
episódio da
demarcação
de terras
indígenas em
Roraima,
RESOLVE
expedir a
seguinte
Nota
Oficial:
1 -
REAFIRMAMOS
que
o território
brasileiro é
indivisível
e intocável
e nos
declaramos
prontos a
atuar, se
necessário e
em qualquer
cenário,
juntamente
com nossos
representados,
sempre que
convocados
para manter
a nossa
unidade
política,
fazer
respeitar o
princípio da
soberania
nacional e
garantir os
poderes
constitucionais,
a lei e a
ordem.
2 -
REITERAMOS,
porque
oportunos,
os termos da
“Declaração
da Amazônia
Brasileira”,
emanada do
VI Encontro
Nacional de
Oficiais da
Reserva do
Exército –
VI ENOREX,
realizado em
16 de
Outubro de
2004, na
cidade de
Manaus.
3 -
REPUDIAMOS,
energicamente,
qualquer
tentativa,
explícita ou
velada, de
impedir,
limitar ou
dificultar o
acesso de
cidadãos
brasileiros,
no pleno
exercício de
seus
direitos
constitucionais,
a qualquer
região do
solo pátrio,
em especial
às nossas
Forças
Armadas.
4 -
REPELIMOS,
veementemente,
qualquer
interpretação
da chamada
Declaração
da ONU Sobre
os Direitos
dos Povos
Indígenas,
de 13 de
setembro de
2007, que
viole a
soberania do
Estado
Brasileiro
sobre a
totalidade
de seu
território e
de suas
riquezas,
bem como
restrinja, a
qualquer
título e
sob
pretexto
algum, a
atuação das
Forças
Armadas do
Brasil no
cumprimento
de suas
missões
constitucionais.
5 -
REGISTRAMOS,
enfaticamente,
nossa
concordância
e integral
apoio às
manifestações
e
posicionamentos
do Exmo. Sr.
General-de-Exército
Augusto
Heleno
Ribeiro
Pereira,
Comandante
Militar da
Amazônia, no
que se
refere à
manutenção
da soberania
nacional, em
toda a sua
plenitude,
nas chamadas
terras
indígenas,
como de
resto em
toda a
Amazônia
Brasileira.
6 -
LOUVAMOS,
gratificados,
a coragem
cívica, o
destemor
pessoal, a
grandeza de
propósitos e
a
reconhecida
competência
profissional
do ilustre
General
Heleno, cuja
estirpe
caracteriza
os mais
dignos
herdeiros de
Caxias.
7 -
ASSINALAMOS,
pesarosos,
que a
sociedade
brasileira
padece em
meio a uma
crise onde o
civismo, a
moral, a
ética e os
bons
costumes
estão sendo
suplantados
pela febre
do sucesso
rápido, do
ganho fácil,
da vitória e
do poder a
qualquer
preço.
8 -
PROCLAMAMOS,
finalmente,
que nós, da
Reserva
Atenta e
Forte,
estamos
organizados
e atuando
intensamente
para manter,
preservar e
difundir os
princípios,
valores e
atributos
assimilados
durante a
nossa
permanência
na ativa do
Exército
Brasileiro.
A liberdade
e a
democracia
se mantêm
através de
um
permanente
estado de
vigilância.
Não podemos
esquecer que
a desordem
institucional
e a omissão
dos homens
de bem é que
conduzem os
incompetentes
e os tiranos
ao poder.
Rio de
Janeiro, 18
de abril de
2008,
Sérgio Pinto
Monteiro
- 2º Ten R/2
Art - Tu
1961
Presidente
do Conselho
Nacional de
Oficiais R/2
do Brasil
ENTIDADES
FILIADAS AO
CNOR
Associação
dos Oficiais
da Reserva
da Amazônia
– AM
Associação
Brasileira
de Oficiais
da Reserva
do Exército
– ABORE – SP
Associação
dos
Ex-Alunos do
CPOR/RJ
Associação
dos Oficiais
da Reserva
do Exército
– BH – MG
Associação
dos
Ex-Alunos e
Amigos do
CPOR/PA
Associação
dos
Ex-alunos do
CPOR/R
Associação
dos Oficiais
da Reserva
do Estado da
Bahia
Associação
dos Oficiais
da Reserva
do Exército
de Brasília
– DF
Associação
Mato-Grossense
de Oficiais
da Reserva –
MT
Associação
do Ex-Alunos
do NPOR de
Natal – RN
Associação
dos
Ex-Alunos do
NPOR de
Petrópolis –
RJ
Associação
dos Oficiais
da Reserva
de Ponta
Grossa – PR
Associação
Paraibana de
Oficiais da
Reserva – PB
Associação
dos
Ex-Alunos do
NPOR de
Pelotas – RS
Associação
Juizdeforana
de Oficiais
da Reserva –
MG (em fase
de filiação)

Consolidada
- 09/04/2008
18h26
Jobim
começa
negociação
para
conselho
regional de
defesa
O
ministro da
Defesa,
Nelson
Jobim,
informou
nesta
quarta-feira
que iniciará
na próxima
semana uma série
de visitas
aos países
da América
do Sul para
fazer
contatos
destinados a
instituir um
conselho
sul-americano
de defesa.
"O
objetivo é
formular, no
médio ou
talvez no
longo prazo,
uma
identidade
sul-americana
na defesa,
para que o
continente
seja
forte",
destacou
durante audiência
pública na
Comissão de
Relações
Exteriores.
Esse
conselho,
explicou
Jobim,
viabilizaria
ações como
a realização
de exercícios
militares
conjuntos, a
participação
coletiva em
ações da
Organização
das Nações
Unidas (ONU)
e uma
eventual
integração
das bases
industriais
de defesa.
Questionado
pelo
deputado
Raul
Jungmann (PPS-PE),
autor do
requerimento
para a
realização
da audiência,
Nelson Jobim
classificou
a proposta
de criação
do conselho
como uma
aliança
"heterodoxa",
que não
pode ser
comparada
com alianças
"clássicas",
como a
Organização
do Tratado
do Atlântico
Norte
(Otan),
criada em
1949 no
contexto da
Guerra Fria.
"Não há,
neste caso,
a figura de
um inimigo
comum",
destacou o
ministro.
Aparelhamento
das Forças
Durante a
audiência,
Jobim
afirmou
ainda que o
reaparelhamento
das Forças
Armadas é
um dos
principais
projetos da
sua pasta,
mas deverá
ser
discutido
conforme
critérios
relativos às
tarefas que
serão
desenvolvidas
pelas Forças
Armadas.
"Os
equipamentos
devem ser
instrumentos
para a
realização
de tarefas,
não devem
antecipá-las",
definiu.
"Nessa
fórmula,
você coloca
o
equipamento
como conseqüência
da modelagem
que fixarmos
no
debate."
Para o
ministro, o
fato de o
Brasil
participar
de duas das
três
"vertentes"
na América
do Sul - a
Amazônica e
a Platina (a
outra é a
Andina)
- deve ser
levado em
consideração
na escolha
do
armamento,
assim como a
realidade
geográfica.
"Não
podemos
colocar
blindados na
Amazônia,
porque eles
afundam",
disse.
Reajustes
Em relação
ao reajuste
dos
militares, o
ministro da
Defesa
informou que
se reunirá
na próxima
quarta-feira
(16) com o
presidente
Luiz Inácio
Lula da
Silva e com
o ministro
do
Planejamento,
Paulo
Bernardo,
para
discutir o
assunto.
Segundo ele,
um
complicador
na negociação
é o fato de
as Forças
Armadas
terem 2/3
de seus
componentes
na ativa,
enquanto 2/3
das despesas
são
relacionados
ao pagamento
de inativos (aposentados
e
pensionistas).
"Isso
ocorre
porque a
pessoa se
aposenta em
uma faixa
maior de
renda",
concluiu.

Consolidada
- 09/04/2008
18h32
Serviço
militar pode
mudar, diz
ministro
O ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger,
admitiu
nesta
quarta-feira
que há
estudos no
governo para
alterar os
critérios
do serviço
militar obrigatório
no País. Não
está em
discussão o
fim de sua
obrigatoriedade,
uma vez que
haveria
consenso
entre civis
e militares
que,
"em um
país
desigual
como o
Brasil",
o serviço
militar
funciona
como um
"nivelador
republicano",
pois as
pessoas de
menor poder
aquisitivo vêem
uma fonte de
renda na função.
Entre as hipóteses
em estudo,
está a ampliação
do rigor
para tornar
o serviço
militar
"efetivamente"
obrigatório.
Caso isso
aconteça, a
seleção
será feita
pelas próprias
Forças
Armadas com
base em dois
critérios:
o do vigor físico
e da
capacidade
intelectual,
e o de
representação
de todas as
classes e de
todas as
regiões do
País,
explicou o
ministro,
que
participou
de audiência
pública na
Comissão de
Relações
Exteriores,
assim como o
ministro da
Defesa,
Nelson
Jobim.
Como nesse
caso a
oferta de
pessoal
seria muito
maior do que
a efetiva
necessidade
das Forças
Armadas,
Unger disse
que há
possibilidade
de se criar
um serviço
social
obrigatório
para aqueles
que forem
dispensados
do novo
modelo de
serviço
militar.
"Nesse
serviço
social
obrigatório
todos
receberiam
um
treinamento
militar
rudimentar e
poderiam
compor uma
grande
reserva, que
seria usada
em caso de
necessidade",
disse.
Caças
da FAB
Durante a
audiência,
Unger
acrescentou
que há
possibilidade
de o governo
adiar
novamente a
"compra
custosíssima"
de caças
(substitutos
dos Mirage)
- assunto
que vem
sendo
discutido
desde o
primeiro
governo FHC.
No lugar do
projeto FX,
os recursos
seriam
direcionados
a quatro
outras
iniciativas:
a
modernização
dos aviões
da Força Aérea
Brasileira, projetos
de veículos
não
tripulados,
colaboração
com uma
"potência
estrangeira"
no
desenvolvimento
de protótipo
de caça de
quinta geração
e
investimento
"massivo"
na formação
de recursos
humanos.
Esta última
opção é
considerada
a mais
importante
pelo
ministro.
Amazônia
O ministro
de Assuntos
Estratégicos
afirmou
ainda que a
Amazônia só
pode ser
defendida
contra o
desmatamento
se houver
uma
estrutura
social e
econômica
organizada
na região.
Para ele, há
um "vínculo
indissolúvel"
entre os
problemas da
defesa, da
preservação
ambiental e
do projeto
econômico.
"A Amazônia
não é uma
coleção de
árvores,
mas um grupo
de pessoas
que, se não
tiver
oportunidade
econômica,
vai
desenvolver
atividades
desordenadas
economicamente
e acelerar o
desmatamento",
afirmou.
Segundo
Unger, a
Amazônia é
a região de
"maior
foco"
das preocupações
atuais de
segurança
do governo.

MANIFESTO
Em
sessão
ordinária
realizada no
dia 24 de
Julho de
2008 a Loja AUG∴RESP∴LOJ∴SIMB∴SIMÓN
BOLÍVAR N°
2291
aprovou
o manifesto
a seguir que
deverá ser
divulgado
para os maçons
e para o público
em geral.
Fundada
em 11 de
setembro de
1983
Federada ao
GRANDE
ORIENTE DO
BRASIL
Jurisdicionada
ao
GRANDE
ORIENTE DO
BRASIL –
MINAS GERAIS
Rua
Rio de
Janeiro,
985, 11° Andar,
Centro
Belo
Horizonte
– M. G.
Reuniões
5ª Feira,
20:00 hs -
Templo
Liberdade -
REAA
As
declarações
e ações da
Presidência
da
Republica,
Polícia
Federal, e
Supremo
Tribunal
Federal
nos casos de
operações
de investigação
recentes
como a
Satiagraha
nos deixam
perplexos e
apreensivos
quanto à
qualidade da
gestão dos
recursos da
Nação e da
administração
da justiça.
Na última
semana
assistimos a
ações
lamentáveis
do STF pressionando
um juiz
federal de
primeira
instância para
que
interrompa
um processo
judicial
porque,
supostamente,
estaria
sujeitando
os
investigados
a
constrangimentos.
As ações
desenvolvidas
sugerem que
a cúpula
gestora da
nação está
comprometida
pela convivência
diária com
a dilapidação
dos bens públicos,
tratados
como propriedade
privada dos
gestores,
que freqüentemente
tomam decisões
catastróficas
para os
interesses
dos legítimos
donos, no
caso a
sociedade,
sem por isso
serem
responsabilizados
e
severamente
punidos.
A
esperança
de justiça
da
sociedade, fundamentada
na atuação
de um grupo
de jovens
policiais,
promotores e
juízes, foi
brutalmente
abalada pelo
presidente
do Supremo
Tribunal
Federal, secundado
pela Presidência
da Republica
e sob a plácida
aceitação
do Congresso
Nacional, ao
interromperem
a Operação
Satiagraha,
por ter
incomodado
um banqueiro
parceiro de
negócios
particulares
de várias
figuras públicas
da cúpula
governamental.
Estas não
podem ser as
condições
para
vivermos em
estado de
direito,
como foi
argumentado.
Se o
estado de
direito
existe,
aparentemente,
ele é
reservado
aos
criminosos,
enquanto os
contribuintes
desprotegidos
ficam com a
obrigação
de pagar e
manter uma
estrutura
que
repetidamente
lhes
demonstra o
seu
desprezo.
O produto do
trabalho do
povo é
sugado pela
Receita
Federal, que
bate recordes
de arrecadação
mês após
mês, e
consumido
por um
Governo, que
não
demonstra
comprometimento
quanto à
sua correta
aplicação.
O imenso
volume de
recursos é
tratado mais
como um espólio
a partilhar
com
banqueiros e
asseclas, do
que como a
seiva vital
da economia
da
sociedade. Raramente
vemos o
retorno
desses
recursos
aplicados na
Saúde,
Educação e
Segurança.
Em vez
disso, vão
parar nas mãos
de empresários
hipócritas,
prefeitos pérfidos,
ministros
omissos e
irresponsáveis,
Deputados
e Senadores
mal-intencionados,
que
renunciam
para não
terem seus
direitos políticos
cassados e
poderem
voltar,
"limpos",
a concorrer
nos próximos
pleitos.
Os setores
da Saúde,
Educação e
Segurança são
aqueles onde
a administração
pública
demonstra
plenamente o
seu desprezo
pelo
contribuinte,
com a
desorganização
e o desperdício,
além dos
gordos salários
e benefícios
numa
ciranda, que
leva o
Governo a
gastar cada
vez mais a
ponto de
ressuscitar
a velha e
temida inflação.
Verificamos
uma temerária
inversão de
valores na
prática da
administração
pública. Os
encarregados
de fazer
cumprir as
leis, em
determinadas
situações,
são os
mesmos que
ajudam a
burlá-las,
o caso dos
Conselheiros
do Tribunal
de Contas
que
falsificaram
certidões
para poderem
dilapidar os
recursos
destinados a
assistência
social.
Poucos dias
atrás,
assistimos
na televisão
sua excelência,
o presidente
do STF,
concordando,
placidamente,
que os ricos
têm uma
justiça
privilegiada
porque podem
pagar
melhores
advogados.
Enquanto
isso, o
responsável
nacional
pela
Defensoria Pública
se lamentava
pelas
dificuldades
encontradas
para fazer
funcionar a
sua desmantelada
organização.
É inadmissível
constatar
que um
profissional
da
Defensoria Pública
Federal
ganha menos
da metade
que os
profissionais
do mesmo nível
no Ministério
Público
Federal que
ganham cerca
de 20 mil
reais
enquanto os
marajás do
STF auferem
valores
maiores.
É espantoso
se levarmos
em consideração
que todos
eles são
pagos pelos
mesmos
contribuintes
que vêm escorrer
pelos dedos
mais de 40%
do que
produzem,
em impostos,
que deveriam
ser
aplicados
para prover
saúde,
educação e
segurança
para a
Sociedade.
Lamentavelmente
isso não
acontece,
porque
organizações
criminosas,
organizadas
em rede de
empresas ou
ONGs
preocupadas
com os
direitos dos
criminosos,
amparadas
por um
conjunto de
leis casuísticas,
pela ineficiência
da Justiça preocupada
em não
incomodar
seus
parceiros e
com a conivência
do Governo,
se incumbem
a dar rumos
nefastos ao
dinheiro público.
Estamos
evoluindo e
não
concordamos
que um
ministro,
ex-presidente
do STF,
declare,
publicamente,
que
"bem ou
mal o
ministro
resolveu
soltar o Sr.
Dantas e
ninguém tem
competência
para se opor
a tal decisão".
Cometemos
erros e
temos obrigação
de
corrigi-los,
decisões
divinas são
inaceitáveis.
O ministro
presidente
do STF deve
todos os
esclarecimentos
á Sociedade
a quem
serve. Não
pode
permitir que
os
mal-intencionados
ou os
corruptos
desbaratem
os recursos
conquistados
pelos
trabalhadores
e ficar
calado. Os
advogados
devem
envergonhar-
se de
participarem
nas
quadrilhas
que assaltam
o povo
interpretando
a lei para
instruir e
salvaguardar
da ação da
justiça os
seus
clientes,
dificultando
a apuração
da verdade.
Esqueceram
os
juramentos
feitos
perante a
Sociedade e
perante a
Ordem dos
Advogados
que parece
adormecida,
alheia aos
deslizes dos
seus membros
que muito
prejudicam a
sociedade,
que
supostamente
orientam e
protegem.
Não podemos
concordar
com um Congresso
Nacional que
assiste apático
a estas catástrofes
nacionais,
sem ao menos
se
pronunciar
em defesa
das instituições
impedidas de
desenvolver
as suas
atividades
constitucionais.
É obrigação
de Deputados
e Senadores
julgar as ações
do
presidente
do STF e
impedir que
a Presidência
da República
desmantele a
Polícia
Federal
quando ela
começava a
fazer um
pouco do seu
trabalho.
Até quando
continuaremos
pagando
principescamente
profissionais
incompetentes
e
mal-intencionados,
que não
protegem a
sociedade do
assalto aos
recursos públicos
por organizações
ou indivíduos,
impedindo
que esses
mesmos
recursos
oriundos dos
impostos,
sejam
aplicados em
benefício
da
sociedade?
Nós Maçons
não podemos
continuar
assistindo
passivamente
a
dilapidação
dos recursos
da sociedade
pelos seus
representantes.
É necessário
fazer as
correções
adequadas
rapidamente,
restabelecendo
o prestígio
da Polícia
Federal, do
Ministério
Público e
da Justiça
Federal e caçar
os responsáveis
sem tréguas.
Vamos
fazer com
que a Ética
seja, de
fato, o
ponto mais
importante
na escolha
dos nossos
representantes
e exigir
deles que a
pratiquem
explicitamente
durante os
seus
mandatos.
Atualmente,
temos as
ferramentas
necessárias
para fazê-lo.
É nossa
responsabilidade
fiscalizar a
atuação
dos nossos
representantes
seja
legisladores,
jurídicos
ou
executivos,
exigir que
informem os
resultados
das suas ações
e impedir
que
prejudiquem
a sociedade
com associações
mal-intencionadas.
Manifestamos
o nosso repúdio
pela
situação
criada e pedimos
respeitosamente
esclarecimentos
públicos e
objetivos ao
Exmo.sr.
Presidente
da República,
Supremo
Tribunal
Federal,
Congresso
Nacional,
Ministro da
Justiça e
Polícia
Federal, a
quem pagamos
muito bem
para nos
representarem,
protegerem e
esclarecerem
e não para
cuidarem dos
incômodos
causados aos
legalmente
investigados.
Convidamos
a cerrarem
fileiras
conosco
todos os
nossos irmãos
Maçons e
todos os
cidadãos de
bons
costumes,
espalhados
por este
imenso e
portentoso
país que
vislumbra a
oportunidade
de ser
grande, mas
continua
tolhido e
enfraquecido
pelos seus
parasitas.
Oriente de
Belo
Horizonte,
24 de Julho
de 2008.
LOJA MAÇÔNICA
SIMÓN BOLÍVAR
N° 2291
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Gente as
eleições estão
chegando, as mudanças
podem começar na sua rua, seu
bairro, sua cidade, seu
estado, seu país, mas
principalmente na sua cabeça.
VOTO DEFINE UMA NAÇÃO. |
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31/01/2008
A
GRANDE FARSA.
...
Presta-se a algumas conclusões
o reconhecimento de que desmatamos a Amazônia muito mais do que
recomendaria o bom senso.
A
primeira, de que, além de haver faltado com a verdade, o governo acaba
de fornecer munição para a cobiça internacional. Basta passar os
olhos nos principais jornais da Europa e dos Estados Unidos. Todos abrem
espaço para o que lhes parece a destruição do 'pulmão do mundo',
não demorando o retorno da seqüência de que a Amazônia precisa ser
internacionalizada. Para alguns ingênuos e um número bem maior de
malandros, o Brasil carece de condições para deter soberania na região,
estando a prova nas sucessivas queimadas e devastações denunciadas e
reconhecidas.
Não
se imagina qualquer ocupação militar por parte das nações ricas. Elas
saberão das sucessivas transferências de unidades militares do Sul,
Sudeste e Centro-Oeste para a Amazônia, nos últimos anos. Não que pudéssemos
enfrentar por mais de quinze minutos uma guerra convencional contra alguma
'coligação' tecnologicamente muito mais avançada. Acontece, porém, ser
outra a estratégia brasileira: nossos guerreiros se transformarão em
guerrilheiros.
Por
esse motivo já nos obrigaram a assinar um tratado militar comprometendo-nos
a não colocar minas em pontos-chave da floresta. Não importa, essa
iniciativa só depende de nós. Além disso, vêm sendo cavados bem
fundo, no solo amazônico, depósitos de munição, combustível e
mantimentos.
Não
faz muito uma delegação das Forças Armadas brasileiras visitou o Vietnã.
Por via das dúvidas, fomos buscar a experiência de um povo que saiu
vitorioso nessa espécie de conflito. Entrar, os adversários podem.
Sair, só derrotados...
Existem
outros tipos de internacionalização, como o da aquisição de imensas
glebas amazônicas por estrangeiros.
Vergonhosamente estimulados pelo próprio governo do Brasil, e pela lei, os
compradores arrendam milhares de hectares por 40 anos, renováveis por mais
40, comprometendo-se a preservar a floresta, mas, de modo estranho,
autorizados a extrair madeira.
A
invasão se faz por via econômica,
impulsionada por mil e uma ONGs, nacionais ou vindas de fora. Além de
tentarem interromper o desenvolvimento da região, que numa etapa inicial
gostariam fosse um imenso jardim botânico, essas entidades trabalham tribos
indígenas, apesar delas constituírem parte indissolúvel de nossa população.
Pretendem transformá-las em 'nações'.
Além
disso, convenceram o Congresso e o governo a conceder-lhes monumentais espaços
onde o cidadão brasileiro é impedido de entrar, mas, estranhamente,
estrangeiros podem. Aguardam a oportunidade para algum organismo
internacional reconhecer a 'independência' dessas nações, com governo próprio
e até assento na ONU.
Seria,
então, oportunidade para estabelecerem protetorados e sucedâneos,
celebrando acordos de 'cooperação', imagine-se por parte de quem. Estaria
consumada a exploração das riquezas amazônicas, o verdadeiro objetivo
de toda essa farsa. Acorda, Lula...

As
4 Perguntas sobre a qualidade de vida do brasileiro:
Você:: Ficou
mais fácil arranjar emprego nos 15 últimos anos?
Que
futuro você vê para você e seus filhos ou um jovem de 20 anos de idade?
Aor-Eb Suprir todas estas deficiências com
a melhor Qualidade de Mão de Obra, Cortesia e Menor Custo para o Cliente.
Você: Porque o povo acredita que as
coisas melhoraram muito na época do governo militar?
Aor-Eb Porque mesmo apesar de alguns
problemas, havia planejamento para o bem do povo, do cidadão onde a prioridade
era a melhoria do bem estar da população principalmente a do interior que não
tem recursos e não tem voz.
Você: O que precisa ser feito para
melhorar a situação da população?
Aor-Eb Governar priorizando o emprego, a
geração de emprego, o crédito a pequenas empresas, a democratização da
exportação, a seriedade no congresso, eliminar a priorização do poder pelo
poder, a redução da taxa de juros, estancar a geração de pobreza que impede
o consumo, condenando jovens brasileiros à ignorância, a doenças à pobreza.
Você: quanto tempo podemos
esperar?
Aor-Eb `É preciso não perder tempo pois
isto só interessa aos estrangeiros.

Aor-Eb
Você se
lembra do nome de alguém envolvido no escândalo da mandioca?
Você
acredita que o rombo do INSS provem de excesso de serviços e excesso de
beneficiários, ou de desvio de verba corrupção e má administração.
Você lembra
do que aconteceu com os comparsas da Jorgina INSS?
Você
vê candidatos para as próximas eleições, opções honradas de figuras
preparadas e compromissadas para melhorar a situação da população em geral?
Você
tem acompanhado os nomes de quem votou contra as diretas já?
Você
se lembra de algum envolvido no escândalo das privatizações informações privilegiadas
a grupos de interesses?
Você lembra do que aconteceu com
os responsáveis pelas fraudes da comissão do orçamento?
Você se
lembra quem foi envolvido no escândalo da votação no congresso FHC Mensalão?
Valeu
a pena para o Lalau pegar alguns anos de cadeia em troco de R$422.000.000,00?
Na
hora de votar você confere se seu candidato está envolvido em algum processo
de corrupção?
São estes detalhes que diferem uma nação séria, sólida e
progressista que transforma seu povo em verdadeiros homens de sucesso.
Por isso, caro cidadão, a Aor-Eb
avança cada vez mais, com a proposta de participar das decisões do país, fornecendo a você e sua família
a informação e a participação consciente.
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